sexta-feira, outubro 14, 2022
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Teste de Osho: Escolha uma carta e se deixe levar pela sua sabedoria

Este teste permite prever o que acontecerá no futuro. Você só precisa pensar em uma pergunta que o aflige e escolher uma carta.

Muitas vezes nos sentimos afligidos por um problema diário ou não sabemos como resolver determinada situação que nos aflige. O teste Osho pode ajudar a pavimentar o caminho diante da incerteza.

O processo é simples: você só precisa se concentrar no que deseja resolver e escolher uma carta de 1 a 12.

Teste de Osho:

Carta 1: AMOR

Uma vez o poderoso rei teve que escolher um herdeiro, mas seus filhos gêmeos eram tão inteligentes, corajosos e dignos. Ele deu a cada um um saco de sementes de flores, dizendo “quem as guardar melhor se tornará soberano”.

O primeiro irmão escondeu o presente em um baú insidioso, o segundo os plantou. Três anos depois, o rei perguntou o que havia sido feito com as sementes.

O primeiro filho tirou as sementes da caixa e as encontrou mofadas, o segundo mostrou ao pai um lindo jardim de flores: “Aqui estão suas sementes, quando amadurecerem, colherei seus frutos”.

Moral: O amor, como as sementes, deve ser semeado. Caso contrário, ninguém será capaz de usá-lo.

Carta 2: COMPARAÇÃO

Certa vez, um comerciante que passava por uma plantação encontrou um escravo a quem alimentou e lhe deu de beber. Depois de 3 anos, eles se reencontraram.

O escravo respondeu: “Tudo passa, isso também passará”. O escravo tornou-se conselheiro do monarca.

O ex-pobre inundou generosamente o joalheiro e pronunciou a mesma frase. Algum tempo depois, o mercador chegou ao túmulo do ex-escravo e viu a escrita: “Tudo passa”.

Bem, isso não vai acontecer, ela pensou amargamente. E alguns anos depois, a escrita foi lavada com água. Só então o comerciante concordou: “De fato, tudo passa”.

Moral: Mesmo que o curso dos acontecimentos não atenda aos seus desejos, não desperdice sua energia na luta. Tudo corre como deveria.

Carta 3: RESPEITO

Certa manhã, em seu jardim, um rei descobriu que todas as suas plantas estavam secando. O carvalho estava morrendo porque não podia ser tão alto quanto um pinheiro. O pinheiro desacelerou porque não podia se multiplicar, como a uva. E as uvas eram lentas porque não cheirava a rosas.

A única madressilva floresceu com cores exuberantes. Por quê? O rei se perguntou. E a madressilva respondeu: “Percebi que quando você me plantou, queria que a madressilva crescesse e como não posso ser outra coisa, tentarei ser a melhor representante da minha espécie. 

Moral: Seja respeitoso e aceite-se como você é.

Carta 4: SABEDORIA

Um velho desdentado veio ao médico e começou a reclamar: Você que ajuda todas as pessoas, ajude-me também! Assim que adormeço, os sonhos me pegam.

Sonho em chegar à praça em frente ao harém. E as mulheres são encantadoras, como flores em um jardim maravilhoso. Mas assim que apareço no pátio, todos desaparecem imediatamente por uma passagem secreta.

O médico franziu a testa, começou a pensar muito e finalmente perguntou: Você provavelmente quer tomar algum remédio para se livrar desse sonho. O sheik olhou para o médico e exclamou: Mas isso não!

A única coisa que quero é que as portas da passagem secreta estejam fechadas e, portanto, as mulheres não poderão escapar de mim. 

Moral: As pessoas seriam felizes se quisessem apenas o que têm, sem tomar a propriedade de outra pessoa.

Cartão 5: GENERALIDADES

Um filósofo com um par de sapatos pediu ao sapateiro que os consertasse com urgência. Mas o sapateiro já estava fechando e disse: “Por que você não vem amanhã?

“A coisa é, eu só tenho um par de sapatos e não posso evitar.” Então o sapateiro ofereceu a ele um par de sapatos usados ​​para usar. “O quê? Usar sapatos de outra pessoa? Quem você pensa que eu sou?” O filósofo.

“Por que você se importa em usar os sapatos de outra pessoa?” Você realmente não se importa de carregar os pensamentos e ideias dos outros em sua mente? Moral: não há nada no mundo que pertença exclusivamente a você. Na verdade, tudo é comum. Até pensamentos.

Carta 6: ENERGIA

Era uma vez uma empresa que fazia um trabalho mal feito. O homem ficou zangado e em vingança prometeu matar mil pessoas. Em seu plano, ele cortou cada dedo e fez um colar com ele. Já havia 999 vítimas quando o assassino conheceu o Buda.

Foi então que o sábio pediu ao assassino que realizasse seu último desejo: “Corte um galho de uma árvore tão bonita. traga isso para mim e depois cole de volta na árvore.”

O homem ergueu as sobrancelhas, surpreso, e Buda continuou: “Se você não pode criar, não tem o direito de destruir”. 

Moral: Transforme a energia em uma causa útil, caso contrário encontrará uma maneira diferente de se expressar.

Carta 7: LUZ

Em uma noite escura, duas pessoas se perderam em uma floresta densa. Ambos estavam terrivelmente assustados, mas se comportaram de maneira diferente. Porque um dos viajantes era filósofo e o outro místico.

O primeiro pensou no motivo de sua situação deplorável e o segundo simplesmente acreditou no destino. De repente, uma forte tempestade irrompeu e houve um clarão no céu.

O filósofo da época olhava para o céu, como sempre, perdido em pensamentos e perdido no caminho. Mas o místico olhou para a estrada e por um lampejo de luz soube como proceder.

Moral: Olhe atentamente para a estrada e, sem hesitação, vá em frente! A filosofia é um processo mental, não o levará a um objetivo. O sucesso requer ação.

Carta 8: GRATIDÃO

Já era noite quando um peregrino idoso foi à aldeia e começou a pedir aos moradores que o deixassem passar a noite, mas embora batesse em todas as portas, ninguém a abriu para ele.

Consequentemente, atormentado pelo frio e pela fome, o andarilho adormeceu sob uma grande árvore frutífera. E à meia-noite ele acordou e viu ramos de macieiras extraordinariamente bons florescendo ao luar.

O velho levantou-se, fez uma reverência ao povo e agradeceu ao povo por não deixá-lo passar fome. 

Moral: Aceite com gratidão tudo o que a vida dá. Para o desenvolvimento humano, sofrimento e prazer são igualmente necessários.

Carta 9: ESPERANÇA

Há uma parábola sobre um caçador perdido na selva. Durante três dias ele vagou sozinho no labirinto e encontrou um pobre menino. Os homens se abraçaram e por algum tempo ambos ficaram incrivelmente felizes.

E então eles se perguntaram por que estavam tão felizes. O primeiro disse: “Eu me perdi e precisava desesperadamente encontrar alguém.” O segundo respondeu: “Eu também me perdi e esperava conhecer o gerente.

Mas se nós dois não conhecemos o caminho, não há motivo para regozijo. Agora vamos passear juntos. Moral: a felicidade compartilhada só é possível quando as pessoas sabem ser felizes sozinhas. Caso contrário, eles se tornam ainda mais infelizes.

Carta 10: SEPARAÇÃO DA FAMÍLIA

Jesus era muito jovem quando Maria e José o levaram a Jerusalém para a Páscoa. O menino estava perdido na multidão. Os pais procuraram um menino por muito tempo e o encontraram no círculo dos escribas.

O menino conversou com os sábios e eles se maravilharam com sua mente não infantil. José perguntou a Jesus: “Por que você está aqui? Sua mãe e eu estávamos procurando por você o dia todo!” “Por que você está me procurando? Estou ocupado com os negócios do meu pai”, disse Jesus. “Eu sou seu pai e sou carpinteiro”, respondeu José.

“Eu quis dizer meu pai espiritual.” 

Moral: Mais cedo ou mais tarde, um filho deve se separar de seus pais, tornando-se independente não apenas fisicamente, mas também espiritualmente.

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